segunda-feira, 2 de abril de 2012

ANATOMIA RADIOLÓGICA DO TÓRAX


Parede torácica
A art torácica interna que se origina da subclávia corre lateral ao esterno e da ramos intercostais.
Músculos relacionados as costelas:
Intercostal interno (abaixa) e externo (eleva).
Subcostal eleva
Serratio postero sup (eleva) e o inferior abaixa.
Transverso torácico abaixa.

A caixa torácica e constituída por um arcabouço ósseo, formado por 12 vértebras torácicas, um osso esternal, formado por um apêndice xifóide, um manúbrio e um corpo. Existem 12 costelas que se articulam com as vértebras, mas apenas as sete primeiras se articulam diretamente ao esterno, por articulações sinoviais, enquanto que a primeira se articula através de sincondrose (cartilagem hialina).
         Fonte:http://www.anatomiaonline.com/osteologia/torax.htm

        As estruturas ósseas são sustentadas por tecidos moles (músculos, fascias , ligamentos).
Os músculos intercostais unem as costelas entre si, são 3 músculos intercostais que são músculos acessórios da respiração. Outros músculos acessórios são esternocleidomastoideo, serratio trapézio, elevador da escapula e sacro espinhais.
O músculo principal da inspiração e o diafragma, ele se prende as costelas, coluna lombar e esterno e em um tendão central.
Os músculos abdominais fazem a expiração forcada.
O nervo intercostal se origina da medula e corre no bordo inferior do arco costal

Traquéia
A traquéia  se inicia na altura do bordo inferior da cartilagem cricoide (C6), tem cerca de 2,5 cm de calibre e 9 a 15 cm de comprimento e se continua do laringe ate a altura de T6 onde se bifurca em brônquio principal dir. E esq.
A traquéia e formada por anéis cartilaginosos em forma de “C” com abertura posterior que se relaciona com o esôfago. Os anéis são mantidos juntos por musculatura lisa e tecido conjuntivo denso.
A superfície interna e revestida uma membrana mucosa de epitélio colunar ciliado pseudo-estratificado que tem numerosas glândulas mucosas e cílios.

Brônquios bronquíolos e alvéolos
A traquéia se bifurca em 2  brônquios principais na Carina, sendo o brônquio esquerdo mais horizontal estes se bifurcam e formam os brônquios lobares estes em brônquios seguimentares, subseguimentares . a cartilagem nos brônquios vai diminuindo assim como a quantidade de cílios. Os bronquíolos se dividem ate o bronquíolo terminal.
Os bronquíolos são formados por músculo liso que pode se contrair causando por exemplo  a asma brônquica.
Os bronquíolos terminais formam os bronquíolos respiratórios que formam os ductos alveolares que terminam nos alvéolos.
A arvore brônquica e revestida por epitélio colunar ciliado, ate chegar aos bronquíolos onde não existem cílios e as cels passam a ser escamosas.
Nos alvéolos o ar fica separado do sangue apenas por uma fina membrana formada por uma lamina basal entre o epitélio alveolar e o endotélio capilar.
Na superfície dos alvéolos esta presente uma fina camada liquida que facilita a difusão do CO2 e evita o colabamento das paredes alveolares mantendo uma certa tensão superficial.
Os brônquios são supridos pelas art. Brônquicas ramos da aorta, enquanto que os alvéolos recebem o sangue das art. Pulmonares, para serem oxigenados.

Pulmões
Cada pulmão possui na sua face mediastinal um hilo (pedículo), formado por brônquios, vasos linfáticos, sanguíneos e nervos, envoltos pelos ligamentos pulmonares que são extensões pleurais.
Os pulmões são divididos em lobos superior e inferior por extensões da pleura visceral chamadas fissuras obliquas, sendo que o pulmão dir. Ainda possui uma fissura horizontal que forma o lobo médio localizado anteriormente entre os lobos superior e inferior..
A região entre os dois pulmões onde encontramos o coração os grandes vasos, esôfago, traquéia, brônquios nervos e timo e chamada de mediastino.
O parênquima e irrigado pelas art. brônquicas 1 a dir. e 2 a esq., ramos diretos da aorta, e drenado pelas veias brônquicas que desembocam nas veias ázigos  a dir. e hemiazigos  esq.
A drenagem linfática dos pulmões e para os linfonodos hílares e traqueobrônquicos.
A enervação do parênquima ocorre por ramos vagais parassimpáticos que causam bronco espasmo e secreção glandular.
A enervação simpática vem do tronco simpático que dilata os brônquios.
O diafragma e um musc com centro tendineo com periferia musc. No centro tendineo existem 3 passagens na altura de T8, T10 e T12.
A enervação e pelo n frênicos (motora)  entre C3 e C5. A parte sensória na periferia e por ramos dos n. Intercostais T5 a T11 e subcostais T11.
Pleura
É uma membrana serosa aderida a parede torácica e pulmão.
A cavidade pleural mantem uma pressão negativa que mantém a expansão pulmonar e contem um liquido seroso que permite o deslizamento destas estruturas e mantendo a tensão superficial.
Quando a pressão da cavidade pleural se torna positiva as fibras elásticas e a tensão superficial nos alvéolos colapsa os pulmões.
O surfactante, e uma lipoptn secretada por cels alveolares especiais, ele age como um detergente e diminui a tensão de superfície interferindo com a atração elétrica entre as moléculas de água na superfície interna dos alvéolos.
As pleuras se unem na região do hilo e formam o ligamento pulmonar.

Espaços pleurais
Existem duas membranas serosas na cavidade torácica, uma aderida a parede (parietal) e outra ao parênquima pulmonar (visceral). Entre elas existe um espaço fino chamado de espaço pleural, aqui também como ocorre nos alvéolos existe uma fina camada liquida (liquido seroso) que permite as membranas deslizarem entre si e ajuda a manter uma pequena pressão negativa.

Vasos da base
São os gdes vasos ligados ao coração.
Temos as duas veias cavas sup e inf  desembocando no átrio dir. E, quatro veias pulmonares desembocando no átrio esq. , o tronco da artéria pulmonar saindo do ventrículo dir.  E a aorta saindo do ventrículo esq.
Nariz e cavidade nasal
A cavidade nasal e revestida pelo epitélio mucoso ciliado que contem muitos vasos sanguíneos e cels secretoras de  muco que aquecem e umedecem o ar.  O muco viscoso retem as impurezas.
Existem tbem receptores olfatorios que respondem a substancias químicas presentes no ar.
Faringe
É a porção entre a cavidade nasal e a laringe.
Laringe
É uma estrutura triangular formada por músculos, cartilagem e ligamentos, revestida por mucosa.
A maior estrutura cartilaginosa da laringe e a cartilagem tireóide que e uma cartilagem hialina resistente.
Tireóide significa escudo.
A epiglote é uma cartilagem elástica na parte superior da laringe.
A glote é o espaço entre as cordas vocais.
As pregas vocais falsas (pregas vestibulares) não produzem som, porem suas fibras musculares ajudam no fechamento da via aérea durante a deglutição.
As pregas vocais verdadeiras vibram quando o ar passa na expiração produzindo som elas ficam mais espessas na puberdade por influencia da testosterona.
Pulmões
Lei de Boyle
Os musc. da respiração se contraem por estimulo dos nervos motores frênicos e intercostais e a expiração ocorre quando estes musc se relaxam. A expiração forcada ocorre por contração dos musc. Intercostais internos e abdominais
A capacidade pulmonar total é de 5,8 litros.
A troca de gases ocorre entre os alvéolos e os capilares pulmonares. O O2 se difunde do alvéolo com PO2 de 104 mmHg para o sangue dos capilares que tem 40 mmHg, da mesma forma a  PCO2 do sangue de 45 mmHg maior que o 40 mmHg do alvéolo faz com haja difusão deste no sentido contrario do O2. O O2 se difunde do capilar para a molécula de Hemoglobina onde se prende ao ferro (oxiemoglobina).
Os quimioreceptores periféricos são sensíveis a concentração de O2 e do hidrogênio e estimulam a respiração.
A respiração pode ser voluntariamente controlada ate certo ponto, mecanismos químicos e nervosos controlam a respiração, na ponte e no bulbo, sendo que neste está o padrão respiratório básico.
Alem disto existem quimioreceptores periféricos e centrais que são sensíveis ao dióxido de carbono, assim sendo a PCO2 é principal regulador da respiração.
Por volta dos 70 anos a capacidade respiratória decresce cerca de 30%, pela perda de alvéolos devido a perda da atividade ciliar da mucosa respiratória os fagócitos tornam-se menos efetivos facilitando infecção respiratória.

Mama
A drenagem linfática da mama e mmss vão para nódulos peitorais, subescapulares, e axilares centrais e laterais, que drenam no sistema venoso na região da subclávia, enquanto que a região central da mama drena para os nódulos retroesternais que acompanha a veia torácica interna. Nos casos de câncer pode haver bloqueio da drenagem linfática que pode se fazer no sentido inverso para a outra mama, ou inferiormente pela parede abdominal para a região inguinal.


Mediastino
O mediastino ant esta entre o esterno e o pericárdio.
Entre o pericárdio posterior e a coluna esta o mediastino posterior.
Uma linha entre o ângulo esternal e o bordo posterior de T4 separa o mediastino superior.
O nervo vago dir passa ant a subclávia, da um ramo recorrente e se divide em ramos esofágicos, cardíacos e plexo pulmonar.
O lado dir pode ser chamado de azul já que as principais estruturas são a cava e veia ázigos junto com o ducto torácico, que recebe as veias intercostais e desemboca na vcs por cima do hilo pulmonar.
O nervo vago dir desce lateral a traquéia e passa entre esta e a ázigos.
O lado esq é o vermelho, pois contem a aorta, a carótida esq e as art subclávia esq.
O nervo vago esq desce junto a subclávia e passa lateral a croca da aorta e na altura do lig. Arterioso emite o ramo laríngeo recorrente na janela aortica pulmonar.
O nervo frênico esq desce lateral  ao saco pericárdico anterior ao hilo.


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